Toc-toc: Advinha quem.
Bateram á porta... Era ela, só podia ser ela...
Mas como? Fazia tanto tempo.
Mas de alguma forma, a certeza invadiu seu peito e o fez perceber: era ela.
Era como se pudesse sentir o cheiro de lavanda e o efeito que seu olhar provocava...
Sentir o calor que emanava do seu corpo mesmo nas noites frias de inverno.
Aaah, era ela, tinha que ser ela!
Então abriu a porta, encontrou-a nua, como se servida para ele.
Tomou-a em seus braços e apertou-a contra seu corpo, virando um só.
E desde então, não a largou mais. Ela virou como um apêndice dele.
Não ia aonde ela não entrava... Não a largava por nada nesse mundo.
Até que... bateram á porta de novo.
E ele a sentiu se esvaindo... Como no passado.
Não queria passar pela mesma agonia de novo... 'Não aguento uma segunda rodada' ele disse.
E então abriu a porta mais uma vez, e ao invés de alguém entrar, foi ela quem saiu...
Ele tentou... Se agarrou nos tornozelos finos dela... Mas ela.. Ela já havia ido embora.
E era vazio de novo. E tudo parecia não ter sentido.
Até que uma mão gélida o tocou na face: 'Eu voltei' sussurrou baixinho para ele.
As lágrimas vieram á tona... Ela realmente tinha ido embora e quem não devia, tinha voltado.
Era assim, sempre fora assim.
E foi com o nó na garganta e lábios secos que ele verbalizou para aquela que agora pousava ao seu lado: 'Olá, tristeza...' E dentro do seu bolso, jazia o bilhete que sua amada deixara e ele apertava com força, na esperança de trazê-la de volta: 'Vou sentir saudades. Alegria'
Por: Aoyama, Yasmin Hikari
Mas como? Fazia tanto tempo.
Mas de alguma forma, a certeza invadiu seu peito e o fez perceber: era ela.
Era como se pudesse sentir o cheiro de lavanda e o efeito que seu olhar provocava...
Sentir o calor que emanava do seu corpo mesmo nas noites frias de inverno.
Aaah, era ela, tinha que ser ela!
Então abriu a porta, encontrou-a nua, como se servida para ele.
Tomou-a em seus braços e apertou-a contra seu corpo, virando um só.
E desde então, não a largou mais. Ela virou como um apêndice dele.
Não ia aonde ela não entrava... Não a largava por nada nesse mundo.
Até que... bateram á porta de novo.
E ele a sentiu se esvaindo... Como no passado.
Não queria passar pela mesma agonia de novo... 'Não aguento uma segunda rodada' ele disse.
E então abriu a porta mais uma vez, e ao invés de alguém entrar, foi ela quem saiu...
Ele tentou... Se agarrou nos tornozelos finos dela... Mas ela.. Ela já havia ido embora.
E era vazio de novo. E tudo parecia não ter sentido.
Até que uma mão gélida o tocou na face: 'Eu voltei' sussurrou baixinho para ele.
As lágrimas vieram á tona... Ela realmente tinha ido embora e quem não devia, tinha voltado.
Era assim, sempre fora assim.
E foi com o nó na garganta e lábios secos que ele verbalizou para aquela que agora pousava ao seu lado: 'Olá, tristeza...' E dentro do seu bolso, jazia o bilhete que sua amada deixara e ele apertava com força, na esperança de trazê-la de volta: 'Vou sentir saudades. Alegria'
Por: Aoyama, Yasmin Hikari

3 Comentários:
tô amando seu blog :)
Este comentário foi removido pelo autor.
Fantástico texto. Inspirado e inspirador. Há beleza na tristeza
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