JAZ, eu
Todas a sua discrepância me sufoca.
Você veste essa atadura como sua própria pele, ela encobre seus olhos e abre a sua boca.
Sua fraqueza é como flecha em meus joelhos... e me derrubam!
Até onde sua inércia vai? Até quando a carne que encobre sua visão continuará cicatrizada?
Meu corpo maltratado já não quer escalar essa montanha espinhosa que você é
Minhas mãos calejadas cansam de desfazer os nós que você refaz a todo instante
Não há mais dentes pra ranger
Não há mais língua para você cortar com navalhas que saem da sua voz
Jaz aqui o meu eu, assassinado pela sua ignorância.
Por: Aoyama, Yasmin Hikari
Você veste essa atadura como sua própria pele, ela encobre seus olhos e abre a sua boca.
Sua fraqueza é como flecha em meus joelhos... e me derrubam!
Até onde sua inércia vai? Até quando a carne que encobre sua visão continuará cicatrizada?
Meu corpo maltratado já não quer escalar essa montanha espinhosa que você é
Minhas mãos calejadas cansam de desfazer os nós que você refaz a todo instante
Não há mais dentes pra ranger
Não há mais língua para você cortar com navalhas que saem da sua voz
Jaz aqui o meu eu, assassinado pela sua ignorância.
Por: Aoyama, Yasmin Hikari
